sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Virtuality Continuum e Mobile Learning

O mundo real e virtual que começaram por ser distintos, têm vindo a evoluir através de um processo de aproximação gradual e fusão em alguns casos.
Surgem naturalmente novas áreas de trabalho, aprendizagem, criatividade e colaboração e para as quais as pessoas devem preparar-se através de acções de formação presencial, e-learning e mobile learning.
Tanto o conceito de
Realidade Aumentada (Augmented Reality) como Virtualidade Aumentada (Augmented Reality) vão contribuir efectivamente para a disseminação do conceito de Mobile Learning que se traduz pela aquisição ou modificação de qualquer conhecimento ou capacidade através do uso de tecnologias móveis em qualquer espaço e em qualquer altura e resulta na modificação de comportamento.

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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Self Organizad Learning

Dada a enorme quantidade de informação disponível, um dos grandes desafios será a compreensão sobre os métodos e técnicas que o homem vai utilizar em cada caso para organizar a aprendizagem pessoal até pela exigência crescente de se integrar em grupos para a produção de inteligência colectiva e colaborativa (Social Innovation Capital).


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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Trabalho em Rede III – Formação (Conhecer – Fazer)

A própria realização de Trabalho em Rede (TR) determina igualmente a possibilidade de uma Formação permanente em rede (Inside Training – formação e treino (coaching) embutido no próprio trabalho).
A rede passa a ser ao mesmo tempo o (ciber) espaço de trabalho e de formação, não na totalidade mas, numa parcela substancial do tempo das pessoas.
Por Formação queremos aqui também significar o acesso à In-Formação relativa aos nossos domínios de intervenção (E-Knowing) como o acesso aos métodos e práticas sobre as ferramentas (software) de apoio à realização das nossas tarefas e actividades (E-Doing).
No trabalho em rede são as próprias noções de Trabalho e Formação que se fundem - uma (trabalho) não pode viver sem a outra (Formação) . Na verdade, num mundo de criatividade e inovação permanente a formação (self-training) emerge naturalmente, contudo, os grandes acréscimos para a Formação de Alto Rendimento vão determinar que pertençamos simultaneamente a várias redes de aprendizagem (Learning Networks).

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Trabalho em Rede II - Partilha de Informação em Tempo Real


Uma característica importante das ferramentas Web 2.0 é a possibilidade de partilha da informação.
Através de pequenos ícones agregadores “Share” que encerram a possibilidade de endereçar directamente o twitter (micro-blogging), uma rede social, ou o envio de um email, ganha corpo uma nova dimensão de trabalho que é a possibilidade de ter mais presente a possibilidade de partilhar com os outros a informação que num dado momento estamos a receber ou mesmo a produzir (e que pode mesmo ser uma co-produção se usarmos por exemplo o Google Docs ou o Zoho Writer).
Interessa contudo vincar um aspecto que é fundamental para a adaptação aos novos métodos de trabalho. Se para os nativos digitais, este universo de possibilidades da Web Read/Write ou Web 2.0, aparece e é integrado de forma natural no seu processo de desenvolvimento, já os imigrantes digitais sentem necessidade de praticar exaustivamente estes métodos de partilha instantânea, para que os mesmos possam ser gradualmente endogeneizados nas suas práticas de trabalho diário e assim colocarem a utilidade das ferramentas Web 2.0 ao serviço da sua produtividade pessoal e que terá por motivos óbvios impactos na performance da organização (empresa ou instituição onde trabalham) e que ao mesmo tempo significa o aumento dos níveis de empregabilidade ou a capacidade de se manter útil.

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terça-feira, 3 de novembro de 2009

Trabalho em Rede (I)


A Sociedade da Informação e da Comunicação avança a um ritmo exponencial e coloca a necessidade de novas formas organizativas usando as TIC sobretudo ao nível dos Modelos Integrados de Coordenação / Colaboração para o Trabalho em Rede.
Saber estar na rede ,saber ser útil e saber ser na rede é uma competência de base para o trabalho e a vida no século XXI. Logo estamos perante uma questão educativa de base, e como tal deve ser tratada pelo Sistema de Educação. Não é legítimo pensar que todos estamos preparados para o trabalho em rede, quando quase todos os instrumentos educativos e formativos se desenvolvem em torno do desenvolvimento e da avaliação individual e quase nunca grupal.

O desenvolvimento de novos modelos, ou melhor a sua implementação prática deverá ter em consideração a posição do trabalhador (nativo digital ou imigrante digital). As disciplinas ou domínios de conhecimento em matéria de gestão de projectos ajudam a estabelecer os primeiros trabalhos, mas para que exista uma utilização eficiente dos recursos (humanos e intangíveis) à luz das tecnologias Web2.0 da actualidade, deve-se ter em atenção a liberdade criativa e nesse sentido digamos que a elaboração dos cronogramas marcam um ritmo mas não devem ser rígidos para permitir que a inovação penetre no dia a dia de trabalho e se desenvolva um ambiente vibrante em vez de um ambiente claustrofóbico que coarta o potencial da inovação e criatividade humana.


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domingo, 18 de outubro de 2009



Para saber mais ...
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sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Modelos de Relacionamento para o Trabalho em Rede



A sociedade da informação e do conhecimento está a fazer emergir novos modelos de trabalho e relacionamento que não sendo totalmente novos em alguns casos se apresentam como profundamente inovadores em várias situações.
Realçe-se no entanto dois motivos para a pertinência dos novos modelos de trabalho. Por um lado uma aculturação gradual para a cibercultura e por outro sem dúvida o avanço nas infraestruturas de rede.
Sem redes com alta velocidade de transmissão da informação, alguns destes modelos não são exequíveis. E ainda será necessário que as disponibilidades de largura de banda aumentem para que outras formas possam ascender ao patamar da sua utilização prática corrente.
Entre vários outros, existem quatro modelos de trabalho/relacionamento que se aplicam à industria de software, e são eles o Outsourcing, Crowdsourcing, Open Source e Open Innovation.
Vamos tentar clarificar cada um deles para uma melhor compreensão e posterior adaptação à realidade de cada pessoa, empresa ou instituição, assim :
1 - Outsourcing - uma data tarefa é executada e completada através de um corpo específico fora dos muros da empresa. Exemplo : Thoughtworks.
2 - Crowdsourcing - uma data tarefa é executada em regime de outsourcing por um público indefenido, ou um grupo. Exemplo: Netflix.
3 - Open Source - uma dada tarefa é executada por um grupo indefenido e partilhada abertamente. Exemplo : Linux
4 - Open Innovation - uma empresa ou instituição escolhe partilhar activos e know-how
Para aprender mais sobre Inovação Aberta (Open Innovation), aconselhamos o livro com o mesmo nome da autoria de Henry Chesbrough.

Eis algumas entidades que trabalham ou promovem Modelos Inovadores de Relacionamento e de Trabalho na Industria de Software - um trabalho em rede, só possível porque as redes são as novas fábricas de produção de software.
Ler também o Blogue da Chaordix

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